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Bolsa, dólar e juros: como a PME planeja o caixa

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Spiess (Empiricus) descreveu risco de queda da Bolsa em 26/10, sem projeções numéricas: uma leitura de cenário não é número de planejamento.

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A bolsa é um sinal de apetite ao risco; os efeitos diretos na PME vêm do dólar (custo de insumos) e dos juros (dívida e recebíveis).

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Três cenários em planilha (base, pessimista, severo) mostram qual variável pesa mais; no exemplo, a queda de vendas pesa mais que dólar e juros.

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Dias de caixa = caixa disponível ÷ custos fixos mensais × 30; no exemplo, R$ 180 mil cobrem cerca de 49 dias.

Pergunta

A queda da bolsa afeta diretamente a minha empresa?

Normalmente não. A bolsa é um indicador de apetite ao risco. O efeito mais direto vem do dólar, se a empresa compra algo importado, e dos juros, se tem dívida ou antecipa recebíveis.

Pergunta

Como saber se o dólar ameaça a margem?

Calcule o câmbio limite de cada item importado: o valor a partir do qual a margem mínima deixa de ser cumprida. Se ele estiver próximo da cotação atual, o item merece atenção.

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